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Máfia Laranja

Citricultores de São Paulo acusam viscondes curitibanos.

O império acumulado pelos viscondes de sabugos de laranja de Curitiba revelado pelo Globo Rural de domingo (5), polemiza citricultores paulistas. Os burburinhos ganharam as ruas e em tertúlias ruidosas estão dando o que falar.
Ontem (15), o programa “É ver para crer” da Rádio Comunitária Pomares de Matão – (SP), foi dado o pontapé inicial ao jogo de acusações quando o apresentador Tomé Apóstolo de Cristo, inquirindo Jhã Seyn Tákyzy, presidente da Associação de Citricultores Paulistas – (Ascitrusp), indagou?
– O Brasil é o maior produtor de laranja do mundo, tendo São Paulo como responsável por 60% da produção nacional. No entanto, Curitiba arrecadou o dobro usando apenas o sabugo da laranja. Como o senhor justifica estes números?
Seyn Tákyzy, disparou?
– Em Curitiba a arrecadação é através da exploração dos sabugos pela máfia laranja. Os mafiosos recebem incentivos ilícitos usados como sementes da Mão Santa. Os altos lucros têm mais segredos que a Monsanto. Esta associação de malfeitores é pior que o amarelão e devemos combatê-las da mesma maneira que estamos combatendo a doença bacteriana.
– Eu não acredito. Concluiu Tomé.
Em Curitiba, Noel Cevedo Gouveia, conhecido como Nó Cego, proprietário da Auto Peças Santa Felicidade, uma das maiores produtoras de sabugos de laranja defende-se? “Não existe mistério. O segredo é usar os táxis para estufar sabugos de laranjas e o bolso de dinheiro”. E continuou? “Não sei quantos táxis eu tenho, e vou ter ainda  mais, quando a prefeitura liberar as 750 estufas”. Ele é o único cliente do comércio de peças. Também, com tantos carros…
Um ex político, que por determinação da justiça, estamos proibidos de revelar seu nome, aposta que os resultados serão ainda melhores, “os sabugos de laranjas nos táxis estão imunes da presença de plantas daninhas que no pomar exerce diversos efeitos negativos e também da liberação de compostos alopáticos”, disse Algaci Túlio, controlador da debulhadora de sabugos da rede de táxi do consórcio (In Fami Lhá – Sociedade Harmônica).
Quem melhorou foi o Lima, aproveitando do terreno plano e descoberto fez a esplanada ganha lucro, ganhou comendas também.  Sua a frota de táxi, parece uma montadora de veículos. O empretaksiário é assíduo freqüentador do hipódromo que sempre oferece ao comendador, roseira.
Para Eurico Furtado Dorneles, conhecido como Rico Furtador, o sabugo em táxi ganhou competitividade graças ao Severo Carrasco dos Passos Dias Aguiar, autor da lei Inocente das Dores da Cruz que garante o direito do sabugueiro não ter direito a salários. A mesma lei vale para direito a outros direitos. “Esta medida é uma mão na roda e dinheiro no bolso”, Comemora Furtador, como se fosse vestal de alma pura e sem jaça.
“La fortuna no es para HARAGANES, para alcanzar la hay que CORRERLE detrás”  Exceto os proprietários de táxis que usam sabugo  para para correr e  também suas corridas. Afinal, o proprietário de táxi não entra em barca furada. O sabugo é a carona do dinheiro que arrecada.
Tranqüilo Bandeira Dôs, presidente da Terceirização Aditivada com Sabugo que imediatamente move o engenho do Trânsito que rende ouro – TACSIMETRO, esta cultura não exige maiores cuidados. Prova disto é que alguns controlam seu negócio sem saírem dos gabinetes na URBS e na prefeitura. Tem até alguns que moram  em outros Países.
O sabugo transformou o táxi em um grande negócio que, embora não seja um negócio da china, é um negócio de pai para filho, para a mulher do filho e para o filho da mulher dele.
Há quem diga que os roubos de táxis, com grande freqüência, são cometidos pelos seus proprietários.

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